Perspectivas para o mercado imobiliário em 2018

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A caminho de superar a crise econômica que vem enfrentando há alguns anos, o Brasil deverá vivenciar um novo boom imobiliário no próximo ano

Otimismo parece ser a palavra chave dos especialistas para 2018, principalmente no que diz respeito ao mercado imobiliário. A caminho de enfrentar a crise econômica que iniciou em 2015, o Brasil viveu uma retomada em 2017 e para o próximo ano são altas as expectativas de novos investimentos no ramo imobiliário.

Na opinião da Diretora de RH da Arnel Imóveis, Betina Ferrão Viana, o cenário para 2018 será de boas perspectivas, especialmente pela confiança da retomada do setor imobiliário, uma vez que o pior momento da crise já passou. “Desde o segundo semestre deste ano percebemos uma singela recuperação do setor, e um dos fatores que contribuiu para isso foram as atualizações de regras do programa Minha Casa Minha Vida, elevando o limite de renda dos consumidores, aumentando com isso o leque de pessoas a adquirir seu bem imóvel pelo programa”, ressalta.

Entre os responsáveis por essa onda de boas perspectivas estão, além das novas regras do Minha Casa Minha Vida, como já mencionamos aqui, a queda de juros e a baixa inflação. Em queda desde 2015, a previsão, segundo dados apontados no Portal Terra, é que de a taxa de juros chegue a 4,12%, ou seja, mais baixa que a previsão do começo de 2017 que era de 5,07%.

Assim como muitos especialistas, Betina também concorda que essa redução na taxa de juros e na inflação seja um fator importante para a melhora na economia, já que favorece o poder de compra e estimula os negócios imobiliários.

Outro fator que deve favorecer o boom imobiliário no país em 2018 é a diminuição na taxa de desempregos. Com um crescimento aproximado de 0.5% no Produto Interno Bruto (PIB) do país há uma maior geração de empregos, o que impacta diretamente no poder de compra da população deixando-as mais seguras para realizar o desejo de conseguir a sua casa própria e fazer novos financiamentos.

Para Betina, um dos momentos determinantes nessa recuperação da economia serão as eleições que devem acontecer em outubro do próximo ano. “Com toda essa turbulência, temos que acreditar que vamos eleger um candidato que inspire e passe confiança, que pondere as estratégias financeiras do país para que a economia cresça e que todos os setores possam desenvolver e expandir suas atividades”, finaliza.

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